Atoleiros e buracos ameaçam tráfego de veículos na BR-155 | |||
Xinguara A buraqueira que se formou na BR-155, em frente à subestação da Rede Celpa, perímetro urbano de Xinguara, vem causado o maior transtorno aos motoristas que trafegam pela estrada, principalmente para os condutores de caminhões leves e pesados. A dificuldade no local é tão grande que um veículo leva vários minutos para ultrapassar o trecho de apenas 50 metros. Perguntado sobre o que é possível fazer para solucionar a situação, o secretário de Obras da Prefeitura de Xinguara, Marcílio Machado, informou que ainda esta semana a prefeitura colocará cascalho grosso na buraqueira da pista e normalizar o tráfego de veículos. A situação das rodovias estaduais nos municípios do sul e sudeste do Pará não é diferente da BR-155. Na semana passada, em discurso na Assembleia Legislativa do Pará, a deputada Bernadete Ten Caten, (PT) classificou como "criminosa" a situação de várias rodovias paraenses. Ela disse que só no ano passado apresentou mais de cinco requerimentos ao governo do Estado e ao Ministério Público, pedindo o início das obras de recuperação das rodovias PA-275, no trecho Eldorado do Carajás-Parauapebas; PA-150, entre Marabá-Alça Viária; e PA-287, entre Redenção e Santana do Araguaia. Ela também citou matérias publicadas na imprensa regional e em O LIBERAL, chamando a atenção para as péssimas condições das rodovias e as inúmeras vítimas fatais de acidentes nas estradas do Pará. "Não é a primeira vez que nos manifestamos acerca deste que, no nosso entendimento, passou a ser o mais grave problema enfrentado hoje pela população do sul e sudeste do Estado", disse a deputada, ao lembrar que nenhuma rodovia foi recuperada na região em 2011. Fonte: O LIBERAL | |||
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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Atoleiros e buracos ameaçam tráfego de veículos na BR-155
domingo, 11 de dezembro de 2011
quarta-feira, 27 de julho de 2011
São Domingos do Capim e da pororoca
Canoagem, Surf na Pororoca e Boa Comida !
(Foto: Ney Marcondes)
Das lendas sobre os fenômenos naturais às manifestações da cultural popular e religiosa, São Domingos do Capim abriga mais belezas do que apenas a pororoca. E uma das principais é o rio Capim. Afluente da margem esquerda do rio Guamá, ele nasce nos contrafortes da Serra dos Coroados, no sudeste do Estado e atinge extensão de 600 km. Sua bacia hidrográfica, com uma área de cerca de 40.000 km², tem a forma de um retângulo alongado e rede de drenagem irregular, devido a pouca declividade da região. Amantes da pesca podem também percorrer os cursos dos rios Guajará e Gua má, ligados ao Capim. Além de peixes a região é ainda referência na captura de camarão.
Surf na Pororoca
Imperdível
O fenômeno da Pororoca, que é uma mistura de aventura, misticismo e fenômeno da natureza que só acontece nos rios da Amazônia, nos meses de março e abril.
Como chegar: Seguindo de Belém pela BR-316 e entrando na PA-127, chega-se à colônia 3 de Outubro, em Castanhal. A travessia para São Domingos é feita de barco, numa viagem de 2h. Localização: a 130 km de Belém. Área: 1.677 km². População: 29.827 habitantes.
Peixes encontrados na região: Caratinga, traíra, filhote, jundiá, tuí e cachorras.
Onde pescar: A margem do rio concentra o maior número de espécies.
Quando pescar: durante o segundo semestre, quando além das festividades nos municípios banhados pelo rio, como São Domingos do Capim, Paragominas e Ipixuna do Pará, acontece também o campeonato no rio.
Onde ficar
Hotel Beira Rio (São Domingos do Capim) - Avenida Dr. Lauro Sodré, 32 – Centro. Telefone: (91) 3483-1271/ 9906-5339.
Residence Palace Hotel (Paragominas) - Rua 15 de Novembro, 83 – Centro. Telefone: (91) 3729 - 1852 / (91) 3729 – 7933.
DOL ( Diário do Pará)
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