sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

O QUE TERIA NUM ALMOÇO BEM MARANHENSE, EM SÃO LUIZ.?!

PRATOS PRINCIPAIS....




torta de camarão-1
Torta de Camarão



Ingredientes:


1 Quilo de camarão VM, descascado e limpo
12 ovos
01 limão
Sal à gosto
pimenta do reino branca à gosto
01 Cebola grande
06 Tomates sem pele e sem caroço
01 Pimentão vermelho pequeno
50 Gramas de azeitonas verdes
02 colheres de sopa de coentro picado
03 Colheres de sopa de azeite de oliva
01 colher de sobremesa de manteiga com sal




Modo de fazer:


Tempere o camarão com limão, sal e pimenta
Corte em cubinhos a cebola, os tomates, o pimentão e as azeitonas.
Reserve um pouco das azeitonas, do pimentão e do coentro picado para enfeitar. 


Leve ao fogo médio uma frigideira de ferro com o azeite e manteiga e acrescente o camarão, deixe refogar um pouco.
Separe uns 20 camarões para enfeitar.


Misture ao restante dos camarões a cebola, o tomate, o pimentão as azeitonas e o coentro e refogue mais um pouco.
Acerte o sal e a pimenta.


Bata 06 claras em neve acrescente as gemas e misture aos outros ingredientes na frigideira misturando bem.


Bata mais 6 claras em neve, acrescente as gemas, acerte com sal e pimenta e cubra com eles todos os ingredientes da frigideira por igual.
Leve então a frigideira ao forno pré-aquecido à 180 Graus.


Quando estiver dourado retire do forno, enfeite com os camarões, o pimentão, a azeitona e o coentro reservados.


(BLOG DO ECIO).






Arroz - de - Cuxá


Ingredientes:


2 xícaras de arroz
200 g de vinagreira
1 kg de camarão seco
250 g de gergelim torrado
1 cebola picada coentro
1 tomate picado
1 dente de alho socado 100 g de farinha de mandioca sal e pimenta-roxa




Modo de Preparo:


Cozinhe a vinagreira com um pouco de sal escorra e bata bem com uma faca. Acrescente os camarões, o gergelim, a cebola, o alho, o sal, coentro, pimenta-roxa e tomate picado. Deixe refogando. No final junte a farinha de mandioca, junte 1 1/2 litro de água, arroz e deixe cozinhando em fogo brando, mexendo até que o arroz esteja mole. Sirva bem quente.






Cuxá Tradicional



Ingredientes:


6 maços de vinagreira - 1/2 kg de camarão seco - 1/4 de farinha seca - 1/4 de gergelim - 2 dentes de alho - cebola - cheiro verde - Pimenta de cheiro.


Modo de usar:
Torra-se o gergelim e soca-se no pilão, juntamente com o camarão, a farinha seca fina, a cebola, o cheiro verde e a pimenta. Cozinha-se a vinagreira separadamente e bate-se bem, depois de escorrer parte da água. Com a mistura pilada faz-se o angu, no fogo, e junta-se por último a vinagreira. Servir com arroz branco, peixe-frito, torta de camarão...








ACOMPANHAMENTOS....







Salada com Alface Picada e Pepino em pedaços.







Farinha de Puba




E PRA BEBER....





Guaraná Jesus - um sabor peculiar, só provando












DE SOBREMESA....









Mousse de bacuri


Ingredientes:
1/2 kg de polpa de bacuri
1 xícara de leite condensado
1 xícara de creme de leite,sem o soro
3 claras em neve.


Como Fazer Mousse de bacuri


Modo de preparo: Bata no liquidificador o bacuri, o leite condensado e o creme de leite até ficar tudo bem misturado. Acrescente as claras batidas em nee e misture delicadamente. Coloque em 6 taças e leve para gelar.








E  OUVINDO  REGGAE.....









OU .....




Moqueca de pirarucu - "É do Pará"

Essa deliciosa receita ganhou um concurso (Dez – 2010) no programa “É o Pará” da TV Liberal – afiliada Rede Globo no estado. A moqueca é originalmente baiana, mas existem versões famosas como a moqueca capixaba e a paraense, esta última não leva dendê, mas bem que poderia levar, o Pará também é um grande produtor de dendê. Ainda não fiz a receita, mas conheço muito bem  o sabor do pirarucu que no Mato Grosso chamam de pirosca. Essa versão ficou famosa num concurso entre internautas que assistem ao programa “É do Pará”. Lembre-se, na maioria dos pratos amazônicos não se usa salsa e nem açafrão, usa-se o coentro e o colorau, porém a cebola e o alho aprendido dos portugueses são usados bastante.


Moqueca de pirarucu
               


Ingredientes:

01 kg de filé de pirarucu
01 colher de óleo de soja
03 dentes de alho amassados
01 cebola de cabeça picada
03 pimentas de cheiro
½ colher de corante (colorau)
01 tomate picado
sal á gosto
200 ml de creme de leite
02 litros de leite de coco
01 colher de sopa de molho shoyo
01 colher de sopa de vinagre
01 limão (retirar o suco)
01 masso de cebolinha
01 masso de cheiro verde (coentro)
08 ovos cozidos


Modo de preparo - numa panela já quente coloque óleo e o alho e deixe dourar. Em seguida acrescente a cebola, o pimentão, a pimenta de cheiro e o corante(coloral). Mexa por um minuto. Em seguida acrescente o tomate e mexa até soltar o suco. Depois coloque o sal a gosto. É hora de acrescentar o creme de leite e o leite de coco. Deixe ferver por dois minutos.

Enquanto o molho levanta fervura, acrescente ao filé de pirarucu, o molho shoyo, o vinagre e o suco de um limão. Aguarde dois minutos e coloque as postas á panela do molho. Deixe cozinhar por cinco minutos e acrescente a cebolinha, o cheiro verde e os ovos.

Arroz e purê de batata são acompanhantes ideais para a moqueca de pirarucu.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

A MINERADORA DESISTIU DE DAR O ÔNIBUS - UMA HISTÓRIA DE ESTUPIDEZ COLETIVA.

A  MINERADORA  DESISTIU  DE  DAR  O  ÔNIBUS
"A primeira viagem dos funcionários foi uma festa regada a muita cerveja e festival de palavrões." 



Deixa eu te contar uma história de estupidez coletiva, na cidade onde moro, existem duas empresas mineradoras de porte médio, uma toca uma mina aurífera e outra explora ferro.

Na cidade os super-mercados locais vendem muito caro e os moradores, mais ou menos uns 450 deles compram num supermercado que vende muito barato numa cidade vizinha que fica  a cem quilômetros daqui, o Super Mercado Araguaia em Redenção no Pará.

Uma das mineradoras, a de Ferro resolveu atender um pedido dos funcionários, a de doar um ônibus pelo menos duas vezes por mês para irem fazer as compras na cidade vizinha, no famoso super mercado. Na mineradora de ferro trabalham cerca de 70 pessoas da cidade, (os outros funcionários são de uma cidade vizinha).

Infelizmente, fizeram apenas uma viagem, pois alguns dos mineiros quando foram, levaram a família toda junto causando super lotação e ao chegar à cidade vizinha, mais ou menos uns 15 dos cerca de 40 que foram  “meteram a cara na cachaça”, ou melhor nas latinhas de cerveja, alguns já foram bebendo desde a saída para as compras.


O retorno do "busão" foi um caos, uma bagunça das grandes, o ônibus abarrotado de mercadorias no bagageiro e no corredor e o pior, vinham falando mal dos colegas, falando palavrões pesadíssimos do lado de senhoras e crianças, deram cerveja ao motorista e “entregaram” um colega em plena viagem de retorno; o prejudicado ficou enfurecido  e “tocaiou” por uma semana o cara, estava esperando o colega delator para o matar.

Houve risco de brigas, não era uma viagem de férias era de compras para ajudar no orçamento dos funcionários. Esta história é verdadeira, conheço parte dos envolvidos. Isso quase deu separação conjugal.

O homem tem que ter freios e proibições sim, o que era pra ser uma benção se tornou uma maldição, pois os próprios funcionários da mineração estragaram tudo; a empresa acabou cancelando o ônibus de graça e agora os mineiros vão ter que comprar mais caro na cidade onde moram.

Eu lamento um caso desse e, continuo indignado contra o alcoolismo e a estupidez coletiva. É uma pena que isso tenha acontecido. Era pra ser uma compra, virou uma farra, uma zorra total. E os demais que não tinham nada a ver com o caso, perderam a bondade da empresa. 

Isso aconteceu em Floresta do Araguaia, o ônibus voltava de Redenção -PA  pela BR-155 (ex-PA 150). No mês de Janeiro de 2011. (Sul do Pará)


Pedro Paulo - Pedrovida12

domingo, 9 de janeiro de 2011

1º RE X PA DO ANO É INTERNACIONAL - Papão vence o Remo em torneio no Suriname.

Papão vence o Remo e é campeão em 

Paramaribo, no Suriname

Domingo, 09/01/2011.



Papão vence o Remo e é campeão em Paramaribo (Foto: )
















E deu Papão em solo estrangeiro! O Paysandu se sagrou campeão do Torneio Internacional em comemoração ao aniversário da federação de futebol da cidade de Paramaribo, capital do Suriname. O bicolor alvi-azul empatou no tempo normal em 0 a 0 com o seu maior rival, Clube do Remo, e conseguiu ser objetivo nas cobranças de penalidades máximas: 5 a 4.

Clássico internacional, mas era grande a presença de torcedores da dupla Re-Pa presente no estádio Andre Kamperveen. No início de jogo, quem deu as cartas foi o Papão. Dos pés de Tiago Potiguar, saiu o passe para Marquinhos, que chutou forte, por cima da meta do goleiro Léo Rodrigues. Sem parar, a pressão bicolor continuou com Marquinhos, que arriscava, bastante, os chutes de fora da área.
A partir dos 10 minutos de jogo, equilíbrio. Pelo lado esquerdo, Marlon, nas jogadas de bola parada, levava perigo. A rivalidade começou a ficar à mostra quando o atacante Rafael Oliveira e o volante Ramon se estranharam em campo. Os jogadores trocaram empurrões, mas somente o atleta do bicola foi quem levou cartão amarelo. Para se ter uma ideia do teor do embate entre os times, com 20 minutos de partida o árbitro já havia distribuído três cartões amarelos.
Esperava-se muito pelo lado de Tiago Potiguar, pelo Paysandu, e Thiaguinho, pelo Remo. Contudo, o bicolor estava sendo bastante marcado, enquanto que o armador azulino não mostrava um bom futebol. Depois de alguns minutos sem lances perigosos, Rafael Oliveira recebeu cruzamento pela esquerda e cabeceou forte. Esperto e atento, Léo fez boa defesa. Na resposta, Rafael Morisco soltou uma ‘bomba’ de fora da área, mas a bola se perdeu em linha de fundo.
Haja emoção! Primeiro, Tiago Marabá passou por toda a zaga rival e chutou. No susto, o zagueiro Cristiano Laranjeiras conseguiu salvar o que seria gol certo do Leão. Porém, Tiago Potiguar, na base da velocidade, saiu em contra-ataque e tocou para Rafael Oliveira, que errou o chute em baixo do gol. Pouco tempo depois, mais confusão entre remistas e bicolores. No meio do tumulto, Ari recebeu cartão amarelo por retardar o recomeço do jogo. Ainda teve tempo para o técnico do Paysandu, Sérgio Cosme, ser expulso por reclamação. Aos trancos e barrancos, final de primeiro tempo: 0 a 0.
No início da segunda metade de jogo, muita correria e poucas oportunidades claras do placar ser inaugurado no Suriname. As equipes se preocuparam em jogar mais futebol e deixar a confusão de lado. Um pouco mais arisco, o Remo tentava pegar o goleiro Ney desprevenido com chutes de fora da área, porém, sem grande perigo. Na base da pressão, o Filho da Glória e do Triunfo conseguiu três escanteios seguidos.
Percebendo o início de fragilidade do bicolor paraense, o auxiliar técnico de Sérgio Cosme, Maurício Matos, começou a proceder algumas alterações no time. Chamou atenção a entrada de Heliton que, pela primeira vez, jogava contra o seu ex-clube. Dessa vez, o jogador teria a missão de defender as cores do Papão.
Devido a mudança tática, o Papa Títulos do Norte melhorou. Com a entrada de Heliton, Tiago Potiguar foi recuado para o meio-campo, posição em que sempre disse gostar jogar. Por outro lado, Paulo Comelli também efetivou alterações. Tiaguinho, nitidamente fora de forma, saiu para a entrada do meio-campo Léo Franco. E foi através dos pés de Léo que os azulinos perderam uma boa oportunidade de sair do 0 a 0.
Se a rede não balança com a bola rolando, o jeito era arriscar nas cobranças de falta. No bicolor, Sidny chutou em cima da barreira. Já no lado azulino, uma grande chance. Marlon soltou um petardo de perna esquerda, no travessão. No rebote, Tiaguinho ainda desperdiçou o gol. Para completar o mau momento do Paysandu, Sidny entra de ‘carrinho’ em Luis André e é expulso.
Apesar do domínio do Remo nos minutos finais do jogo, era nítido o cansaço dos jogadores no gramado do estádio Andre Kamperveen. Até o goleiro Ney já retardava a cobrança de tiro de meta, talvez, esperando a cobrança de penalidades máximas... E foi o que aconteceu: 0 a 0 no tempo normal e decisão da taça nos pênaltis. No final, deu Papão: 5 a 4 e a conquista da taça internacional. (Gustavo Pêna, DOL)
Ficha técnica
Remo x Paysandu
Remo: Léo Rodrigues; Elsinho, Paulo Sérgio, Rafael Morisco e Marlon; Ramon, San (Wellington Silva) , Luis André e Thiaguinho (Léo Franco); Bruno Ricardo (Jaime) e Thiago Marabá.
Técnico: Paulo Comelli.
Paysandu: Ney, Cláudio Allax (Sidny), Cristiano Laranjeira, Ari e Brayan (Hadson); Billy (Vaninho), Alexandre Carioca, Alisson e Marquinho (Heliton); Rafael Oliveira e Thiago Potiguar (Zé Augusto)
Técnico: Sérgio Cosme
Local: Paramaribo, Suriname
Estádio: Andre Kamperveen
Cartão amarelo: Rafael Oliveira e Alexandre Carioca (PSC); Bruno Ricardo, Jaime e Thiaguinho (REM).
Cartão vermelho: Sidny (PSC)
Cobranças de pênaltis:
REMO: Meio-campo Léo Franco converteu: 1 a 0
PAYSANDU: Ari deixou tudo igual nos pênaltis: 1 a 1
REMO: Ney defende o pênalti de Marlon: 1 a 1
PAYSANDU: Hadson deixa o Paysandu na frente: 2 a 1
REMO: Elsinho empata a cobrança de pênalti: 2 a 2
PAYSANDU: Cristiano Laranjeiras não titubeia: 3 a 2
REMO: Tiago Marabá acerta o seu pênalti para o Remo: 3 a 3
PAYSANDU: Rafael Oliveira marcou a sua penalidade: 4 a 3
REMO: Rafael Morisco converte para o Leão 4 a 4
PAYSANDU: Zé Augusto erra o pênalti para o Paysandu: 4 a 4
REMO: Ney defende mais um pênalti. Dessa vez de Wellington Silva: 4 a 4
PAYSANDU: Vaninho marca o seu pênalti e o Paysandu é campeão do Torneio em Paramaribo: 5 a 4

Fonte: Diário do Pará On Line

sábado, 8 de janeiro de 2011

AS TRES LOJAS DE DEPARTAMENTOS ONDE EU MAIS COMPRO E MAIS ADMIRO.

BEMOL,  LEOLAR  e  Y.YAMADA


Essas três lojas, são as lojas onde eu compro e gosto de comprar porque eles garantem o que vendem, nunca tive problemas com essas três lojas; eles trocam os produtos danificados e procuram resolver o problema. Eu praticamente só compro nessas três lojas, quando estou em Manaus compro na Bemol,  em Belém, compro na Y. Yamada e no Sul do Pará eu compro na Leolar.


Bemol – loja fundada por um judeu em Manaus, é um grupo de lojas de departamentos muito interessante, tem um bom atendimento.
  





Leolar – criada em Marabá, é a maior e melhor loja do Sul do Pará, fundada pelo Leo, que é muito discreto. Em todas as lojas o expediente começa com oração a forma evangélica.




Y.  Yamada – com 60 anos de Pará, criada por um imigrante japonês, conquistou os paraenses. 


sábado, 1 de janeiro de 2011

Seguro-defeso: Couto pede detalhes sobre fraude que envolve um deputado Petista e outro do PDT.


Seguro-defeso: Couto pede detalhes sobre  fraude


NINGUÉM SABE, NINGUÉM VIU, SÓ O SENADOR ESTÁ VENDO ??


Dentro dos próximos dias, o Senado vai solicitar à Polícia Federal, no Pará, informações detalhadas sobre o resultado das investigações que apuram irregularidades na concessão do seguro-defeso no Estado. Até o momento, as fraudes já teriam desviado cerca de R$ 20 milhões do benefício criado exclusivamente para amparar os pescadores artesanais, no período de novembro a fevereiro, quando a pesca é proibida.


O pedido de informações à PF partiu hoje (23) do senador Mário Couto (PSDB-PA), que espera receber a relação dos envolvidos no desvio dos recursos e quer saber os meios de fraude praticada bem como as medidas adotadas para reprimir esse tipo de crime.


Mário Couto justifica que a divulgação das informações é necessária "diante da seriedade dos fatos, em especial por envolver desvio de recursos públicos, situação que o povo brasileiro não mais tolera e pede, a cada momento, medidas eficazes contra a cultura de corrupção que se instalou neste País".



Informações preliminares da própria Polícia Federal dão conta que, somente no Pará, pelo menos dez mil pessoas, que jamais pegaram num anzol, estariam cadastradas como pescadores artesanais e recebendo um salário mínimo, ao mês, durante os quatro meses de defeso. Entre os beneficiários aparecem vendedores, motoristas de táxi, ambulantes e mototaxistas.



Ainda no Pará, a ocorrência de fraudes vem sendo constatada principalmente nas regiões oeste e nordeste e no Marajó. "Esse é um programa que não tem fiscalização. Milhões e milhões de reais, dinheiro público, são desviados porque não existe controle, não existe fiscalização, ou então isso é feito propositadamente para ajudar os membros do Partido dos Trabalhadores", acusou Mário Couto, em pronunciamento na tarde desta terça-feira.



O senador se referiu às suspeitas de que dois deputados estaduais eleitos este ano no Pará – Chico da Pesca (PT) e Fernando Coimbra (PDT) – usaram o seguro-defeso, para fins eleitorais. "Quem rouba esse dinheiro? No Pará, por exemplo, quem roubou esse dinheiro – não vou falar desviou, tem que dizer claramente "roubou", porque é roubo claro – foram membros do PT, presidente Lula, são todos do PT. Verifique, presidente, quais foram os deputados estaduais que se elegeram com o seguro-defeso do pescador. Verifique se não são petistas", desafiou Couto.



Conforme dados da PF, de agosto de 2008 a agosto deste ano a concessão de seguro-defeso no Pará cresceu 1.414%, diante do aumento expressivo no número de pescadores cadastrados, que saltou de 57,7 mil para 150 mil em apenas dois anos.



"Eu vou começar a listar nomes que não são de pescadores, que nunca pegaram um peixe, que não sabem o que é um anzol. Estão ganhando dinheiro às custas daqueles sofredores que vão para o mar e passam uma noite no mar; que passam dias pegando sol em suas peles envelhecidas e que, às vezes, moram em uma casa de barro, em uma palhoça de palha. E esses bandidos recebendo dinheiro que é de direito dos pescadores artesanais", protestou Mário Couto.



Em outro requerimento também apresentado hoje ao Senado, o tucano requer votos de congratulações aos superintendentes regionais das polícias Federal e Rodoviária, no Pará, respectivamente Manoel Fernando Abbadi e Isnard Alves Ferreira, "pela competente e importante ação desencadeada para apurar fraudes no seguro-defeso, mo âmbito do Estado do Pará".


Fonte: Assessoria de Imprensa